A Ambiguidade Homem/Animal em Mal dos Trópicos e a dimensão xamânica da Imagem.

Henrique Codato

Resumo


Propomos desenvolver algumas reflexões acerca das ambiguidades presentes em Mal dos Trópicos – mais exatamente sobre a dualidade homem/animal – estendendo a discussão para o estatuto que a imagem cinematográfica assume em relação à experiência do espectador de cinema em nossos dias. A obra de Weerasethakul torna-se exemplar para pensarmos o cinema contemporâneo, uma arte em constante transformação, que se abre para a alteridade, para o “devir-outro”, revelando, com isso, outras formas de espaço e de temporalidade, novas relações de identidade e de diferença.

Palavras-chave


Cinema; Weerasethakul; Ambiguidade; Imagem; Alteridade

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DOI: https://doi.org/10.30962/ec.v17i3.1064

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Conceito A2, Qualis Capes

E-ISSN 1808-2599

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