A chegada do inverno ou o que tenho a ver com Kuala Lumpur?

Leticia Cantarela Matheus

Resumo


O artigo analisa a dependência das narrativas jornalísticas à marcação do tempo estabelecida pelos próprios jornais, a partir de múltiplos recursos, tais como a datação, as efemérides, as sínteses históricas, além do olhar para a cotidianidade. Para isso, desenvolve uma tipologia de usos jornalísticos do tempo segundo a qual existem funções pragmáticas, historiográficas e cosmológicas, de medição e mediação do tempo. Foram analisadas centenas de exemplares de três periódicos com mais de cem anos no Rio de Janeiro, compondo um panorama de 180 anos. A pesquisa indica que os jornais servem para oferecer um conformo simbólico de domínio do tempo e que dessa função depende também seu status, bem como sua inteligibilidade.

Palavras-chave


Comunicação; Mediação; História do Jornalismo; Tempo; Narrativa



DOI: https://doi.org/10.30962/ec.v13i3.510

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Conceito A2, Qualis Capes

E-ISSN 1808-2599

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