A noiva e o estribilho: uma análise da música preexistente num filme de Truffaut

Luíza Beatriz Alvim

Resumo


Em A noiva estava de preto (François Truffaut, 1968), a protagonista Julie se vinga dos cinco homens responsáveis pela morte de seu noivo. Duas músicas preexistentes, o Concerto para bandolim de Vivaldi e a Marcha Nupcial de Mendelssohn, acompanham-na como estribilhos. A primeira se relaciona ao modo de enumeração da história, próprio dos contos de fada e marcado pela repetição, presente também na estrutura da música. Já a Marcha Nupcial é ouvida à medida em que a cena originária, a saída do casal da igreja, é repetida com diferenças. Consideramos os conceitos de estribilho, repetição (Deleuze) e origem (Benjamim) e fazemos uma análise fílmica das sequências com as duas músicas preexistentes.

Palavras-chave


Cinema; música no cinema; François Truffaut

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DOI: https://doi.org/10.30962/ec.v18i3.1205

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Conceito A2, Qualis Capes

E-ISSN 1808-2599

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