Do épico ao trágico

enquadramentos e memória midiática nas capas do Brasil na Copa 2022

Autores

DOI:

https://doi.org/10.30962/e-comps.3325

Palavras-chave:

Futebol, Enquadramento, Capas de jornal

Resumo

O artigo analisa como jornais impressos e portais jornalísticos brasileiros enquadraram a campanha da seleção masculina de futebol na Copa do Mundo 2022, articulando futebol, identidade nacional e memória midiática. O corpus reúne 55 capas (30 impressas; 25 digitais) publicadas após os cinco jogos. Por meio de uma abordagem qualitativa semiótico-discursiva, foram mapeadas as crenças/valores e registros narrativos veiculados. Os resultados indicaram a predominância do registro épico nas vitórias e do trágico na eliminação, com diferenças entre meios: impressos tenderam a moralizar e a distribuir culpa/glória; enquanto portais intensificaram a lógica do espetáculo e a serialização da campanha.

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Biografia do Autor

André Melo Mendes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

 Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Universidade Federal de Minas Gerais (Poslit-UFMG). Professor Associado do Departamento de Comunicação Social da UFMG. Pesquisador dos grupos de pesquisa Intermídias e Gris, da UFMG.

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16-05-2026

Como Citar

Melo Mendes, A. (2026). Do épico ao trágico: enquadramentos e memória midiática nas capas do Brasil na Copa 2022. E-Compós. https://doi.org/10.30962/e-comps.3325

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