Sostenibilidad ambiental y ESG

el imaginario de la ecopropaganda en Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30962/ecomps.3150

Palabras clave:

Comunicación, Imaginario, Publicidad y propaganda, Sostenibilidad ambiental, ESG

Resumen

El discurso de la sostenibilidad ha consolidado el acrónimo ESG (Environmental, Social and Governance) para referirse a las acciones que se realizan hacia el medio ambiente. Este estudio mapeó el imaginario subyacente a la producción publicitaria sobre sostenibilidad ambiental durante los últimos cincuenta años en Brasil, a partir de los anuncios de la revista Veja. La metodología utilizada fue la mitología durandiana, que consiste en la mitocrítica y el mitoanálisis, observando la variación de las imágenes a través del tiempo. Como resultado se identifican tres constelaciones simbólicas (desarrollo, preservación y futuro) y detrás de estas tres imágenes predominantes se esconde el deseo prometeico de dominación.

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Biografía del autor/a

Francisco Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Doutor e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM-UFRGS). Professor substituto da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Líder do Imaginalis – Grupo de Pesquisa sobre Comunicação e Imaginário (UFRGS).

Ana Taís Martins, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Doutora em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade São Paulo (PPGCOM-USP), com pós-doutorado em Filosofia da Imagem pela Université de Lyon III. Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM-UFRGS). Líder do Imaginalis – Grupo de Pesquisa sobre Comunicação e Imaginário.

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Publicado

06-05-2025

Cómo citar

Santos, F., & Martins, A. T. (2025). Sostenibilidad ambiental y ESG: el imaginario de la ecopropaganda en Brasil. E-Compós, 29. https://doi.org/10.30962/ecomps.3150

Número

Sección

Artigos Originais